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1 - Introdução ao FL Studio
Neste capítulo, será coberto a interface primária do FL Studio e suas principais telas. Este capítulo é feito para que o usuário não se perca tão facilmente enquanto usa o programa.
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O que é Produção Musical?
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O Channel Rack e Sequenciadores
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Piano Roll
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Playlist
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Prova 1 – Introdução ao FL Studio
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2 - Teoria Musical 1
Neste capítulo será ensinado Teoria Musical de uma forma completamente desvirtuada dos ensinamentos clássicos. Aqui você aprenderá conceitos de composição de melodia e harmonia que facilitam na hora de criar suas notas no Piano Roll, fazendo com que o aluno nunca faça uma sequência melódica considerada ”dissonante”.
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Lei das Notas
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Lei do Espaçamento
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Escalas Heptatônicas
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Prova 2 – Teoria Musical 1
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3 - Teoria Musical 2
Neste capítulo o ensino de Teoria Musical Clássica será comprimido para que os ensinamentos do capítulo anterior possam ser aproveitados.
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Intervalos
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Construção de Acordes
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Campo Harmônico
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Modos Heptatônicos
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Estudo de Escalas
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Tarefa
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Prova 3 – Teoria Musical 2
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4 - Introdução ao Mixer
Neste capítulo, o aluno aprende à manusear o Mixer de diversas formas, sejam elas para ajustes ou para aplicar efeitos.
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Conceitos Básicos
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Fruity Parametric EQ 2
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Fruity Reverb 2
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Soundgoodizer
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Tarefa
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Prova 4 – Introdução ao Mixer
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5 - Introdução à Síntese
Capítulo puramente teórico. Demonstração de ondas notáveis e suas propriedades. Princípio de harmônicos e ondas mais complexas. Introdução às ideias de modelo aditivo e subtrativo.
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O que é som?
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Ondas Notáveis
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Harmônicas
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Prova 5 – Introdução à Síntese
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6 - Síntese Aditiva
Capítulo prático, onde é ensinado o uso do sintetizador Harmless, nativo do FL. ́E ensinado também nomenclatura básica de instrumentos sintetizados.
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Harmless
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Nomenclatura Básica
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Variáveis de Tempo
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Stereo e Mono
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Tarefa
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Prova 6 – Síntese Aditiva
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7 - Introdução à Mixagem
Neste capítulo é demonstrado vários métodos de Mixagem diferentes. Ao completar este capítulo, o aluno conseguirá mixar qualquer música e terá conhecimento de métodos profissionais de mixagem para distribuição.
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O que é Mixagem?
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Lei de Volume e Compressão
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Lei de Importância Espectral
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Mixagem Final
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Mixagem para Dispositivos
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Tarefa
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Prova 7 – Introdução à Mixagem
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8 - Compressão e Masterização
Neste capítulo é ensinado a técnica e importância da compressão em áudio, assim como fazê-la utilizando o Maximus, plugin nativo do FL.
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O que é Compressão?
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Restauração de Graves
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Maximus
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Separação Stereo
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Tarefa
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Prova 8 – Compressão e Masterização
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9 - Qualidade de Produto
Neste capítulo revisamos a qualidade geral de playback do FL, assim como a qualidade de exportação e parâmetros de exportação e branding. É ensinado como criar um vídeo da sua música.
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Qualidade Geral
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Exportação
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Detalhes e Branding
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Criação de Vídeo
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Tarefa
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Prova 9 – Qualidade de Produto
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10 - Sampling
Neste capítulo veremos o uso do Sampler para manipular samples das mais diversas formas. Veremos ferramentas de sincronia e gravação também.
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Sampler
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Resampling
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Consolidação
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Sincronização de BPM
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Gravação de Sequências
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Prova 10 – Sampling
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2 thoughts on “Detalhes e Branding”
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Dúvida: para que a Resampling quality escolhida seja aplicada a um projeto, precisa ser ANTES de iniciar esse projeto ou esse parâmetro pode ser alterado depois de pronto no FL?
Outra:
Meu PC tem bastante memória (24 GB) e pouco processador (i5 3.1 GHz).
Fiz um teste tocando dois arquivos demo do próprio FL, usando 512 ps. O processador nem piscou, ficou lá nos 20%, mais ou menos.
Depois fiz a exportação em WAV também com 512 e, aí sim, o processador teve ocupação de até 89%.
Então, o impacto real e a limitação da máquina é somente na exportação, correto?
Ou será que os demos que usei são muito leves? Usei o Keep it Simple (9Loops) e o I Wanna Be (Adam Szaboo).
Obrigado!
Olá Marcos,
O Resampling Quality é aplicado à partir da mudança do parâmetro. Em termos mais simples, o Resampling Quality define o método de interpolação das samples no FL. Esse tipo de sistema pode ser mudado sem a reinicialização do programa.
Sobre a execução e exportação dentro do FL, temos às seguintes características:
1: Durante a execução, seu driver de áudio escolhido é aplicado. A maioria dos drivers físicos (bons) e virtuais hoje em dia utilizar de paralelização para melhorar a performance, sendo ela provinda da placa de áudio ou da GPU da sua máquina. Isso torna o FL muito mais fluido. Caso queira sentir o FL sem a paralelização, você pode trocar seu driver para o “driver de som primário”. Esse sim utiliza de poucos recursos de paralelização e te dá uma clara demonstração de como o processamento do FL era mais travado à meia década atrás.
2: Durante a exportação, a paralelização não é ativada. Por ser um processo que exige leitura e escrita em disco, a performance aumentada utilizando GPUs e placas de áudio não é necessária pelas mesmas excederem o limite de velocidade de escrita. Caso a paralelização existisse, todo o processamento teria que ser guardado em um buffer, o que ocuparia memória desnecessária.
Espero que isso responda suas dúvidas!
~ Mira